A EQUIPA

INVESTIGADORES

INVESTIGADORES ↷ COLABORADORES ↷ CONSULTORES ↷

INVESTIGADORA RESPONSÁVEL

SUSANA VARELA FLOR


Susana Varela Flor é investigadora responsável do projecto "Biblioteca DigiTile: Tiles and Ceramic on line" (PTDC/EAT-EAT/117315/2010) financiado por fundos nacionais através da FCT/MCTES (PIDDAC). Neste projecto coordenou a área de estudos em História da Arte articulando com a Directora da BAFCG (Dr.ª Ana Paula Gordo), com o coordenador do site e da Biblioteca DigiTile – Prof. Doutor Paulo Leitão, bem como com a Dr.ª Eunice Pinto, o Dr. Jorge Resende e a Dr.ª Ana Caldeira.

É doutorada em História, especialidade Arte, Património e Restauro pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa em 2010, com a tese intitulada "Aurum Reginae or Queen-Gold”: a Iconografia de D. Catarina de Bragança entre Portugal e Inglaterra de Seiscentos". Entre 2006-2012, foi coordenadora da Rede Temática em Estudos de Azulejaria e Cerâmica João Miguel dos Santos Simões, tendo sido responsável pela inventariação do seu espólio e pela sua transferência para o Museu Nacional do Azulejo. Integrou ainda o Comissariado Científico da exposição evocativa do centenário do nascimento de João Miguel dos Santos Simões em 2007. No presente é investigadora integrada no Instituto de História da Arte da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa e colaboradora no Instituto HERCULES, instituições de acolhimento nas quais desenvolve um projecto de pós-doutoramento – O Retrato Barroco em Portugal (1612-1706): história, arte e laboratório (SFRH/BPD/101741/2014) auferindo uma bolsa financiada pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia com financiamento comparticipado pelo Fundo Social Europeu e por fundos nacionais do Ministério da Educação e Ciência.





ÁLVARO PARREIRA TIÇÃO


Álvaro Parreira Tição é licenciado em História pela Universidade Autónoma de Lisboa (1988) e Mestre em Arte Património e Restauro pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa com a dissertação O Antigo Convento do Santo Crucifixo ou das Francesinhas em Lisboa: História Arte e Memória (2008). Exerce funções na Câmara Municipal de Lisboa como Técnico Superior (História) desde 1989.

Desde Junho de 2011 está integrado na equipa da Divisão Centro Histórico – Graça / Penha de França (UCT-UIT) na Câmara Municipal de Lisboa. Tem publicado vários trabalhos decorrentes das investigações de Mestrado e outros temas a que está ligado, em particular à cidade de Lisboa ( Estatuária e escultura de Lisboa; cercas urbanas de Lisboa, estrutura de defesa na cidade de Lisboa).

Colaborou com o projeto de investigação: PTDC/EAT-EAT/099160/2008 “Lisboa em Azulejo antes do Terramoto”.

Na qualidade de investigador da “Biblioteca DigiTile – Azulejaria e Cerâmica online” esteve ligado ao tema “Registos Devocionais de Azulejo”, tanto a nível de transcrição documental como a nível de disseminação de resultados obtidos através da comunicação apresentada em 2013 na Fundação Calouste Gulbenkian.





ANA CALDEIRA


Ana Caldeira Licenciada em História pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa em 1989, concluiu a Pós-Graduação em Ciências Documentais – variante Arquivo - em 1994 e a Pós-Graduação em Ciências Documentais – variante Biblioteca e Documentação – em 1999, ambas na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Trabalhou como Arquivista na ex-Direcção-Geral dos Serviços Judiciários do Ministério da Justiça, actual Direcção-Geral da Administração da Justiça, entre 1990 e 1995, tendo iniciado funções na Fundação Calouste Gulbenkian em 1995, primeiro no Arquivo de Arte do Serviço de Belas Artes e, desde 2001, na Biblioteca de Arte. Neste Serviço encontra-se integrada no Núcleo de Documentos Visuais, sendo responsável pela descrição, inventariação e catalogação de espólios de arquitectura e historiadores de arte, bem como de colecções fotográficas.





ANA PAULA GONÇALVES GORDO


Ana Paula Gonçalves Gordo. Nasceu em Lisboa em 1954. Licenciada em História pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e com o Curso de Especialização em Ciências Documentais da mesma Faculdade, Ana Paula Gordo é diretora da Biblioteca de Arte da Fundação Calouste de Gulbenkian desde outubro de 2011. De 1994 até essa data exerceu o cargo de Diretora Adjunta nesta Biblioteca.

De 1986 a 1994 integrou a equipa que no Instituto Português do Livro e da Leitura desenvolveu o Programa Nacional de Leitura Pública, tendo sido Chefe de Divisão do Património Bibliográfico e Chefe de Divisão do Desenvolvimento da Rede de Leitura Pública. Anteriormente organizou e dirigiu o Centro de Documentação do Instituto Nacional de Veterinária.

Docente de vários cursos de preparação de Técnicos de Biblioteca e Documentação, em Portugal e em Cabo Verde, e de várias cadeiras do Curso de Especialização em Ciências Documentais da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, foi ainda a responsável técnica pelo desenvolvimento do curso Técnico Profissional de Biblioteca e Documentação do INETE.

Para além de ter integrado a Direção da BAD-Associação Portuguesa de Bibliotecários, Arquivistas e Documentalistas, foi membro do Comité Permanente da Secção de Bibliotecas de Arte da IFLA- International Federation of Libraries Associations, de 1997 a 2005.

Tem publicado sobre organização e gestão de Bibliotecas.





CÉLINE VENTURA TEIXEIRA


Céline Ventura Teixeira é doutorada pela Universidade Paris-Sorbonne com a tese intitulada «Du potier au peintre d’azulejos : la genèse d’un art au temps des Philippe (1556-1668). Regards croisés sur les ateliers de Séville, Talavera de la Reina et Lisbonne» (2014) que se centrou na evolução do estatuto do pintor de azulejo comparando-o entre os principais centros de produção da Península Ibérica durante um período propício à circulação e intercâmbios de homens, de objetos e de modelos de ornamentos. Obteve um post-doc no Bard Graduate Center de New York para consultar os fundos bibliográficos relevante em matéria de cultura material e ornamental, desenvolvendo uma reflexão sobre a capacidade de modulação do azulejo que orna e que expressa uma retórica.

Este foi também o tema desenvolvido na qualidade de investigadora do Projecto Biblioteca DigiTile através de artigos, comunicações nacionais e internacionais e a realização da tese de doutoramento que contou para os indicadores.





CRISTINA CARVALHO


Cristina Carvalho é licenciada em Ciências Históricas pela Universidade Livre, pós- graduada em Museologia e Património pela Faculdade de Ciências Sociais e Humana da Universidade de Nova e mestre em Artes Decorativas pela Universidade Católica (com uma tese sobre azulejaria publicitária na região de Lisboa). A sua actividade profissional tem sido desenvolvida em torno do ensino, colaborando com a Universidade Aberta enquanto tutora de diversas unidades curriculares, dos museus, tendo trabalhado no inventário das colecções museológicas do Palácio Nacional de Queluz e do Museu Municipal de Santarém, dedicando-se ainda, à divulgação turística do património artístico – cultural.

É investigadora do projecto Biblioteca DigiTile colaborando no tema “Manual de Azulejaria” , em particular a “Azulejaria Publicitária”.





EUNICE MARIA GUEDES DA SILVA PINTO


Eunice Maria Guedes da Silva Pinto. Licenciatura em Línguas e Literaturas Modernas, variante Inglês/Alemão, pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, em 1985. Pós-Graduação em Ciências Documentais – opção Biblioteca, pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, em 1990. Trabalha na Biblioteca de Arte da Fundação Calouste Gulbenkian desde 1995, coordenando atualmente o Sector de Gestão do Processamento Bibliográfico.

Iniciou a atividade de Bibliotecária na Biblioteca do Instituto Superior de Agronomia em 1986, tendo integrado os quadros do Instituto Português do Livro e da Leitura, Divisão de Desenvolvimento da Rede de Leitura Pública, entre 1990 e 1995.

Foi formadora do Curso de Técnico de Biblioteca e Documentação do INETE – Instituto de Educação Técnica, entre 1990 e 2007, tendo coordenado a área de formação de Biblioteca e Documentação desta escola profissional, entre 1994 e 2007. Colaborou com a Associação Portuguesa de Bibliotecários, Arquivistas e Documentalistas (APBAD) em diversas acções de formação de técnicos profissionais, entre 1990 e 2007.

Integrou o Grupo de Trabalho para a Revisão Curricular dos Cursos Profissionais – Área BAD, promovido pela Direcção Geral de Formação Vocacional, do Ministério da Educação, em 2005 e 2006.

Foi membro do Comité de Classificação e Indexação da IFLA – International Federation of Library Associations, entre 2004 e 2013.

Tem trabalhos publicados nas suas duas grandes áreas de interesse: controlo bibliográfico e formação profissional.





FERNANDO MANUEL PEIXOTO LOPES


Fernando Manuel Peixoto Lopes é licenciado em História pela Universidade Autónoma de Lisboa. Trabalhou no Centro Nacional de Cultura, tendo colaborado no desenvolvimento de projectos culturais ligados à utilização de bases de dados e multimédia. Neste âmbito, coordenou o Sistema de Informação Telemático Multimédia de Património Cultural e de Desenvolvimento Regional (Banco de Dados - Patrimatic) e o Projecto transnacional Patridata – Redes Telemáticas para o Património Cultural Europeu (ao abrigo do Programa Rafael). É colaborador do Instituto de História da Arte da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, integrando a Linha de Estudos sobre Lisboa.

Actualmente trabalha no Museu de Lisboa, onde desenvolve investigação na área da história da cidade. Comissariou as exposições: Azulejos de Bordalo Pinheiro (2006); Tabacaria Mónaco: Mostra documental e fotografias de Luís Pavão (2007). Co-comissariou as exposições Registos: A Colecção de D. Gabriel de Sousa (2012) e Devoções Populares. Registos em Azulejo (2013). É co-autor da obra Devoções Populares. Registos em Azulejo na cidade de Lisboa, a publicar em breve.

Na qualidade de investigador do Projecto Biblioteca Digitile Azulejaria e Cerâmica on line desenvolveu o tema “Registos Devocionais em azulejo” e coordenará, em co-autoria, a integração da Base de dados de Registos Devocionais em azulejo elaborada pelo Museu de Lisboa na Biblioteca DigiTile.





HANNA PIETA


Hanna Pieta é Doutorada pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa com uma tese no ramo da Tradução, especialidade de História da Tradução, intitulada “Entre Periferias: Contributo para a História Externa da Tradução da Literatura Polaca em Portugal (1855-2010)” (2013).

Investigadora na área dos Estudos de Tradução do Centro de Estudos Anglísticos da Universidade de Lisboa, tem publicado artigos relacionados sobretudo com a história da tradução e co-editou várias obras colectivas (duas das quais presentemente no prelo). Paralelamente, é tradutora de português para polaco e inglês (e vice-versa), especializando-se em textos literários e académicos. Desde Maio de 2014 é também investigadora do projecto DigiTile Library, em que é responsável pela tradução científica de português para inglês de textos da área da História de Arte.





JORGE RESENDE


Jorge Resende é licenciado em História pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa (1980) e tem o Curso de Curso Pós-graduação de Bibliotecário/Arquivista da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra (1982). Trabalha na Biblioteca de Arte da Fundação Calouste Gulbenkian desde 2000, desempenhando atualmente as funções de Coordenador do Sector de Gestão de Coleções e Serviços ao Público e de responsável pela definição de políticas de acesso e difusão das coleções de acordo com o quadro legal aplicável. Na mesma instituição (Fundação Calouste Gulbenkian), foi ainda Responsável pelo Departamento de Documentação e Pesquisa do Centro de Arte Moderna José de Azeredo Perdigão (1994-2000), bibliotecário neste mesmo departamento (1987-1994) e coordenador dos Serviços Biblioteconómicos da Biblioteca de Arte (2000-2002). Iniciou a sua carreira de bibliotecário no Centro de Informação Técnica para a Indústria do LNETI (Laboratório Nacional de Engenharia e Tecnologia Industrial), enquanto corresponsável pela gestão e controlo de qualidade da sua base de dados bibliográficos e no Centro de Documentação e Informação dos CTT. Colaborou igualmente com diversas instituições, nomeadamente Associação Portuguesa de Bibliotecários, Arquivistas e Documentalistas, Instituto Português do Livro, Centro Português der Design e Fundação de Serralves, sendo membro desde 2004 do Expert Group on Information Law da Eblida (The European Bureau of Library, Information and Documentation Associations).

No âmbito do Projeto DigiTile é responsável pelas políticas de acesso às coleções mediante definição de critérios, procedimentos e informação relativos à utilização das imagens digitais de acordo com a legislação de direitos de autor e direitos de personalidade.





JOSÉ MECO


José Meco é académico-correspondente Nacional da Academia Nacional de Belas Artes. Docente de História da Arte na Escola Superior de Artes Decorativas- Fundação Ricardo Espírito Santo e Silva e na Universidade Autónoma de Lisboa. Comissariou diversas exposições sobre azulejaria, de âmbito internacional. Organizou e participou em diversos cursos e congressos de arte portuguesa em Portugal e no estrangeiro. Investigador em História da Arte, tem várias obras publicadas, especialmente na área da Azulejaria.

No âmbito do projecto Biblioteca DigiTile, centrou-se na investigação do tema “Frontais de Altar em azulejo” em parceria com Teresa Peralta e entrevistou o pintor Emílio Guerra.





MARGARIDA ALMEIDA BASTOS


Margarida Almeida Bastos é licenciada em História, variante Arqueologia, pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e pós-graduada em Artes Decorativas Portuguesas pela Fundação Ricardo Espírito Santo e Silva. Trabalha no Museu de Lisboa – Palácio Pimenta, onde desenvolve, sobretudo, investigação na área da história da cidade. Coordena a investigação na área da História e História da Arte, relativa ao Convento do Carmo e envolvente, no âmbito do projecto “Terraços do Carmo”. Dirige a colecção Os Vicentes (estudos sobre Lisboa) da Editora Apenas Livros. Coordenou, entre outros projectos, a maqueta virtual Lisboa em 1755 (Prémio APOM, 2011). É colaboradora do Instituto de História da Arte da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, integrando a Linha de Estudos sobre Lisboa.

Integrou a Comissão Científica e Executiva das exposições Registos: A Colecção de D. Gabriel de Sousa e Devoções Populares: Registos em Azulejo. Co-comissariou as exposições Devoções Populares. Registos em Azulejo (2013) e Maresias (2014). É co-autora da obra Devoções Populares. Registos em Azulejo na cidade de Lisboa, a publicar em breve. Na qualidade de investigadora do Projecto Biblioteca Digitile Azulejaria e Cerâmica on line desenvolveu o tema “Registos Devocionais em azulejo” e coordenará em co-autoria a integração da Base de dados de Registos Devocionais em azulejo elaborada pelo Museu de Lisboa na Biblioteca DigiTile.





MARIA CATARINA VALENTE DE FIGUEIREDO


Maria Catarina Valente de Figueiredo concluiu o Curso de Pintura Decorativa na Fundação Ricardo Espírito Santo e Silva em 1992 e, em 1993, o Curso de Técnicos Auxiliares em Fabrico e Restauro do Azulejo na Fundação das Casas de Fronteira e Alorna. Mestre em Museologia pela Universidade Lusófona, onde defendeu, em 2008, a dissertação intitulada "Inovação Museológica: Adaptação ao Manual de Oslo".

Colaborou com a empresa Mural da História e, mais tarde, com o Museu Nacional do Azulejo (2005 a 2008), onde desempenhou funções na área de conservação e restauro.

Desde 2009 Investigadora da Rede Temática em Estudos de Azulejaria e Cerâmica João Miguel dos Santos Simões (bolseira FCT SFRH/BI/33759/2009) através da qual participou em dois projetos: Lisbon in Tiles Before the 1755 Earthquake (PTDC/EAT-EAT/099180/2008), integrada em 2013, e Biblioteca DigiTile: Azulejaria e Cerâmica on line. Actualmente encontra-se a efetuar o Doutoramento em Museologia, na Universidade Lusófona, intitulada “Valorização e Musealização do Património no Meio Urbano: Caso das Pinturas Murais Públicas da Cidade de Lisboa”.

Como investigadora da Biblioteca DigiTile esteve ligada à transcrição documental, ao tema “Convento dos Cardais” e à disseminação do projecto apresentando comunicações em encontros nacionais e internacionais.





MARIA CONSTANÇA DA COSTA ROSA


Maria Constança da Costa Rosa. Licenciada em História e Pós-Graduação em Ciências Documentais – opção Biblioteca, pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Trabalha na Fundação Calouste Gulbenkian desde 1995 onde entrou como bibliotecária no Departamento de Documentação e Pesquisa do Centro de Arte Moderna. Em 2001 integrou a equipa da Biblioteca de Arte como bibliotecária especialista com responsabilidades na área de leitura e gestão das coleções.

Iniciou a atividade de Bibliotecária como bolseira do CITI (Centro de Informação Técnica para a Indústria) do LNETI (Laboratório Nacional de Engenharia e Tecnologia Industrial). Veio posteriormente a integrar o quadro da Biblioteca e Serviços de Documentação dos CTT (Correios e Telecomunicações de Portugal) enquanto bibliotecária responsável pela área de gestão das bases de dados, tendo depois transitado para o Departamento de Formação da Portugal Telecom. É membro da Associação Portuguesa de Bibliotecários e Arquivistas (APBAD) desde 1985.Foi formadora e responsável pelo Plano Nacional de Formação desta Associação entre 1988 e 2005.

É membro do Comité Permanente da Secção de Preservação e Conservação da IFLA- International Federation of Libraries Associations desde 2008.

Tem publicado (individualmente ou em colaboração com outros especialistas) sobre preservação e conservação de espólios de arquitetura e documentos gráficos em geral.

Participa no Projeto Digitile enquanto coordenadora da área de conservação de documentos da Biblioteca de Arte.





MARTA TAMAGNINI MENDES


Marta Tamagnini Mendes é licenciada em Conservação e Restauro pelo Instituto Politécnico de Tomar (2001), e mestre em Química aplicada ao Património Cultural pela Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa (2008). Desde 1999 que desenvolve intervenções de Conservação e Restauro de Azulejo, maioritariamente, in situ.

Actualmente encontra-se a terminar o seu tema de doutoramento, Conservação e Restauro de Azulejo – Metodologias de Intervenção vs Indicadores de Compatibilidade onde dedica um capítulo a João Miguel dos Santos Simões e à sua visão vanguardista da Conservação e Restauro de Azulejo entre 1944 e 1972.





MIGUEL METELO DE SEIXAS


Miguel Metelo de Seixas é Doutor em História pela Universidade Lusíada de Lisboa, onde exerce o cargo de professor auxiliar e dirige desde 1998 o Centro Lusíada de Estudos Genealógicos e Heráldicos. É desde 2011 bolseiro de pós-doutoramento FCT, como investigador integrado do Instituto de Estudos Medievais e do Centro de História de Além-Mar, ambos da Universidade Nova de Lisboa, com um projecto sobre “A heráldica portuguesa (séculos XV - XVIII): um código de representação social e política. Foi professor convidado nas universidades de Poitiers, Salvador (Bahia), Florença, Viterbo e Roma III. Na área da heráldica e da história, tem publicado, desde 1994, numerosos livros, obras colectivas, capítulos de livros e artigos, com destaque para D. Duarte e a sua época – Arte, cultura, poder e espiritualidade (coordenação, em conjunto com Catarina Fernandes Barreira, 2014); Estudos de Heráldica Medieval (coordenação, em conjunto com Maria de Lurdes Rosa, 2012) e Heráldica, representação do poder e memória da nação (2011); editou o armorial seiscentista Compendio das Armas dos Reynos de Portugal & Algarve & das Cidades e Villas principaes delles, de Cristóvão Alão de Morais (2013). É desde 2011 presidente do Instituto Português de Heráldica, membro do conselho redactorial de Anais de História de Além-Mar e director da revista Armas e Troféus.

No âmbito do projecto Biblioteca DigiTile, esteve ligado à investigação do tema da “Azulejaria armoriada” e as relações artísticas e culturais entre Heráldica e o Azulejo.





PAULO JORGE DE OLIVEIRA LEITÃO


Paulo Jorge de Oliveira Leitão, é Doutorado em Ciências da Informação pela Universidade de Évora (2014), mestre em Estudos da Informação de Bibliotecas Digitais pelo ISCTE (2004), pós-graduado em Ciências Documentais pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa (1990), Licenciado em História pela mesma Faculdade (1983). Atualmente responsável pelo setor de Gestão de Sistemas de Informação da Biblioteca de Arte da Fundação Calouste Gulbenkian. Autor de vários artigos na área das Ciências da Informação.





PEDRO FLOR


Pedro Flor é Doutorado em História da Arte pela Universidade Aberta em 2006 com a tese intitulada "A Arte do Retrato em Portugal - entre o fim da Idade Média e o Renascimento" (Assírio & Alvim, 2010; Prémio Cultura da Sociedade de Geografia de Lisboa, 2012). Desde 1998, lecciona várias unidades curriculares na área da História da Arte e da Museologia nos Cursos de 1º, 2º e 3º Ciclos de História, especialidade Estudos do Património (área de História da Arte) na Universidade Aberta. É Sub-Director e membro investigador do Instituto de História da Arte da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. É o Investigador Responsável dos projectos intitulados "Lisbon in Tiles before the 1755 Earthquake" (PTDC/EAT-EAT/099180/2008) e "ROBBIANA - The Della Robbia sculptures in Portugal: History, Art and Laboratory" (PTDC/HIS-HEC/116742/2010), aprovados para financiamento pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia.

Tem desenvolvido diversos trabalhos de investigação no âmbito da arte da Idade Média tardia, do Renascimento e dos Estudos Olisiponenses, participando em diversos encontros de carácter científico nacionais e internacionais e publicando variados artigos da especialidade. É Académico Correspondente da Academia Portuguesa da História. É actualmente o Presidente da Associação Portuguesa de Historiadores da Arte.

No âmbito do projecto Biblioteca DigiTile esteve ligado à investigação da “Olisipografia em azulejos” e dos temas relativos à cerâmica do Renascimento dos Della Robbia em Portugal, participando também nos encontros científicos nacionais e internacionais.





TERESA PERALTA


Teresa Peralta é Mestre em História da Arte (especialidade Arte, Património e Restauro) pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. É licenciada em Artes Decorativas pela Escola Superior de Artes Decorativas (ESAD) da Fundação Ricardo Espírito Santo e Silva. Entre 1992 e 2004, desenvolveu a sua experiência profissional no domínio do Design de Interiores. Desde 2004 que é docente de História e Tecnologia das Artes Decorativas Portuguesas na ESAD.

Foi bolseira de investigação do projecto Biblioteca DigiTile, estando ligada à transcrição documental e ao estudo do tema “Frontais de Altar”, a partir do qual publicou textos e apresentou comunicações de carácter nacional e internacional.





VÍTOR SERRÃO


Vítor Serrão é Professor Catedrático de História da Arte da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, entidade em que trabalha desde o ano lectivo de 1995-96, onde integra e dirige o ARTIS - Instituto de História da Arte da mesma Faculdade. Coordena os Cursos de Licenciatura, Mestrado e Doutoramento em História da Arte na Faculdade de Letras de Lisboa, dirige numerosas teses de 2.º e 3.º ciclo no país e no estrangeiro, e integra diversos projectos de investigação internacionais.

Licenciado em História pela FLUL (1975), obteve Mestrado em História de Arte pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas (defendido em 1982, com a tese O Maneirismo e o Estatuto Social dos Pintores Portugueses, publicado pela IN/CM em 1983) e tem Doutoramento pela Universidade de Coimbra (defendido em 1992, com a tese A Pintura Proto-Barroca em Portugal, 1612-1657, publicado em parte pela ed. Colibri, 2000), universidade essa onde foi docente de 1989 a 1994.

Recebeu o Prémio Nacional José de Figueiredo da Academia Nacional de Belas-Artes, em 1984, pelo livro O Maneirismo e o Estatuto Social dos Pintores Portugueses, o Prémio APOM para o Melhor Catálogo de 1995 pela obra A Pintura Maneirista em Portugal – arte no tempo de Camões, e o Prémio Nacional Gulbenkian de História de Arte pela obra Josefa de Óbidos e o tempo barroco, em 1992.

Pertence à Academia Nacional de Belas-Artes, à Academia Portuguesa da História e à Associação Portuguesa de Historiadores de Arte. Dirige a revista ARTis do Instituto de História da Arte da Faculdade de Letras de Lisboa. É membro do Conselho Redactorial de Archivo Español de Arte (Madrid).

No âmbito do projecto Biblioteca DigiTile, esteve ligado à investigação do tema “Gramática ornamental da azulejaria” sobre o qual proferiu conferências nacionais e internacionais.





COLABORADORES

SÍLVIA FERREIRA


Sílvia Ferreira é Doutora em História na especialidade de Arte, Património e Restauro pela Faculdade de Letras de Lisboa, com dissertação dedicada ao tema: "A Talha Barroca de Lisboa (1670-1720). Os artistas e as obras". É membro integrado do Instituto de História da Arte da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa desde Janeiro de 2012 com uma Bolsa de pós-doutoramento da Fundação para a Ciência e a Tecnologia (SFRH/BPD/101835/2014), com financiamento comparticipado pelo Fundo Social Europeu e por fundos nacionais do MEC.

No âmbito dos seus estudos sobre a arte da talha da escola de Lisboa participa regularmente em congressos, colóquios e outros encontros de carácter científico, em Portugal e no estrangeiro. Tem ainda colaborado em vários projetos no âmbito mais vasto da história religiosa da época moderna. Nestes domínios é autora de diversas publicações, tanto colectivas como singulares.

Foi investigadora contratada dos projetos do Instituto de História da Arte da FCSH da Universidade Nova de Lisboa financiados pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia, denominados respectivamente “Lisboa em Azulejo antes do terramoto” (PTDC/EAT-009160/2008) e “ROBBIANA – As esculturas Della Robbia em Portugal: estudo histórico, artístico e laboratorial” (PTDC/HIS-HEC/116742/2010). Na qualidade de colaboradora da Biblioteca DigiTile desenvolveu o tema “Olisipografia” em co-autoria, participou em colóquios nacionais e internacionais.





EMÍLIO DE ALMEIDA GUERRA DE OLIVEIRA


Emílio de Almeida Guerra de Oliveira nasce a 14 de janeiro de 1933, em São Sebastião da Pedreira, Lisboa. É o primeiro filho de Levy Guerra de Oliveira e de Ena Gomes de Almeida. Seguir-se-ão mais quatro filhos, nos anos seguintes.

A sua aptidão para o desenho chamou desde cedo a atenção dos seus professores, sobretudo do Dr. João de Deus Ramos, da Escola João de Deus que frequentou ao longo do ensino primário. Foi este pedagogo quem aconselhou o pai, na altura dono de uma grande empresa de exportação de madeira, a dar-lhe uma sólida instrução artística. Foi-lhe indicado o professor Armando Lucena, que foi o seu primeiro Mestre.

Dos 9 até aos 15 anos tem aulas de desenho e aprende também a pintar.

Com a guerra de 1939/1945, os negócios da família sofrem revezes e é-lhe então sugerido, por um amigo da Sociedade Juventude Musical Portuguesa da qual Emílio era também sócio fundador, o nome do pintor e desenhador, Álvaro Duarte de Almeida. Este irá ter uma influência decisiva na sua formação artística e cultural.

Com cerca de 18 anos, começa a expor na Sociedade de Belas Artes fazendo parte de várias exposições coletivas. Ao mesmo tempo, frequenta o Curso de Artes Decorativas da Escola António Arroio, ministrado pelo pintor Manuel Lima que o introduz igualmente no mundo do trabalho. Ainda na Sociedade de Belas Artes, segue os cursos dados pelo Mestre Domingos Rebelo.

Depois da obrigatoriedade do Serviço Militar e de um problema de saúde – uma pleuresia grave que o obrigará a um grande descanso – , aparece a possibilidade de trabalhar no Teatro Monumental em cenografia, mais uma vez acompanhado pelo Professor Manuel Lima de quem guarda um grande respeito e uma enorme admiração. As exposições coletivas vão-se mantendo ao longo dos anos.

Em 1958, o Engenheiro Santos Simões pede-lhe para fazer uns desenhos de azulejos que tinha idealizado para uma ilustração. Começa assim um longo trajeto em conjunto, que terminará na criação do Corpus de Azulejaria Portuguesa, onde Emílio Guerra terá um papel importante na investigação e recolha de elementos de azulejaria portuguesa*. Juntos percorrem Portugal continental para que o levantamento seja feito, começando assim o desenho dos 800 trabalhos que fazem parte do espólio da Fundação Gulbenkian. Ao longo dos anos seguintes, vão sendo publicados os primeiros volumes do Corpus de Azulejaria Portuguesa.

Casa em novembro de 1960, com Maria Helena de Almeida Gonçalves com quem terá três filhas.

Após a morte de Santos Simões em 1972, inicia-se então um longo período de incertezas profissionais, até que finalmente é convidado a ingressar como desenhador de arte finalista da Secção de Belas Artes, na Fundação Gulbenkian. Este serviço era então dirigido pelo Professor Artur Nobre de Gusmão. Continuará, nos anos seguintes, a prestar o seu contributo de acordo com as suas funções até ao momento da sua reforma.

Atualmente, vive com a mulher no Vale de Santarém e, como gosta de dizer, «é um avô profissional, pois tem oito netos». É com eles e com a restante família que partilha o seu tempo, pintando de tempos a tempos um quadro e aproveitando ao máximo o descanso do campo.

«Ao fazermos a recolha dos azulejos do séc. XVII, tentámos visitar o maior número de locais possível, no mesmo dia. Pelo que optámos por um procedimento rápido e eficaz que consistia em levar nas folhas de papel, um quadrado já desenhado em tamanho natural (14x14 cm), no qual era copiado, à vista, o desenho de cada azulejo. As cores eram assinaladas, usando para isso o código: Letra A para o amarelo, letra Z para o azul etc…

Nas situações em que o azulejo estava ao alcance da mão, usava mesmo o papel vegetal diretamente sobre o azulejo a copiar. Posteriormente, já em casa, era definitivamente acabado: desenhado e pintado tal como pode ser hoje apreciado.»





CONSULTORES

ALFONSO PLEGUEZUELO


Alfonso Pleguezuelo é Professor Catedrático de História da Arte na Universidade de Sevilha, académico da Real Academia de Bellas Artes de Sevilla e membro da Comissão Assessora do Museo de Bellas Artes da mesma cidade. Defendeu tese de doutoramento em 1987 dedicada ao tema La arquitectura en Sevilla entre 1590 y 1630. Tem realizado trabalhos de investigação nesta área, colaborando em processos de conservação e restauro e publicando libros, o último dos quais foi consagrado ao estudo de El Palacio de los Marqueses de la Algaba. De los orígenes a la restauración, Ayuntamiento de Sevilla, 2013. Nos últimos anos tem publicado também varios artigos sobre escultura barrroca em revistas da especialidade ("Cuatro belenes inéditos de la Roldana" Ars Magazine. Revista de Arte y Coleccionismo. nº 9, Año 2011, pp. 80-93). Preferencialmente dedica as suas investigações ao estudo da Cerâmica Espanhola da Idade Moderna. Nesta área tem publicado diferentes obras e realizado trabalhos de divulgação científica. A última conferência sobre este tema foi proferida no Instituto Cervantes em Londres intitulada: “Clay, something more than Earth and Water. Spanish Pottery Symbolic meanings” (março 2015). O seu último artigo publicado é “Un palacio de azulejos”, Apuntes del Real Alcázar de Sevilla, nº 14, Año, 2013, pp. 214-233 e o último capítulo de livro é “El Centro de Cerámica de Triana y el patrimonio municipal” sob coordenação de Benito Navarrete e Marcos Fernández na obra Patrimonium Hispalense. El Patrimonio Histórico del Ayuntamiento de Sevilla. ICAS. Ayuntamiento de Sevilla-BBVA, 2014, pp. 237-255.Desde há uns anos que colabora com Museus Portugueses (Museu Nacional do Azulejo e Museu da Fundação Calouste Gulbenkia), tendo sido o Comissário Científico da exposição “O brilho das cidades. A rota do Azulejo” (2014) na Fundação Calouste Gulbenkian. É investigador do projecto ROBBIANA – Esculturas de Della Robbia em Portugal (PTDC/HIS-HEC/116742/2010 do IHA/FCSH sob coordenação de Pedro Flor, no Instituto de História da Arte da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. É membro consultor do Projecto Biblioteca DigiTile: Azulejaria e Cerâmica on line (PTDC/EAT-EAT/117315/2010) sob coordenação de Susana Varela Flor e, nesse âmbito, apresentou comunicações e organizou a Jornada de Azulejería y Cerámica en Portugal, en la Edad Moderna (siglos XVI-XVIII) na Universidade de Sevilha (4 e 5 Outubro de 2013).





ANA PAULA REBELO CORREIA


Ana Paula Rebelo Correia é doutorada em História da Arte pela Université Catholique de Louvain (Bélgica), onde fez igualmente a Agregação em Metodologia das Artes Plásticas.

Investigadora em História da Arte, tem-se dedicado ao estudo da Iconografia nas Artes Decorativas e no Património Integrado, com destaque para o azulejo.

No âmbito do projeto Biblioteca DigiTile, colaborou com Susana Varela Flor e Miguel Metelo Seixas no levantamento e estudo das informações recolhidas por Santos Simões sobre Azulejaria Armoriada.





MARIA JOÃO PEREIRA COUTINHO


Maria João Pereira Coutinho é doutora em História (especialidade em Arte, Património e Restauro), pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, e desenvolve um projecto de pós-doutoramento em Estudos Artísticos, pelo Instituto de História da Arte da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, de que é membro integrado. O seu projecto é apoiado pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia (SFRH/BPD/85091/2012), com financiamento comparticipado pelo Fundo Social Europeu e por fundos nacionais do Ministério da Educação e da Ciência.

Desempenhou funções docentes entre 1998 e 2005 na Escola Superior de Artes Decorativas da Fundação Ricardo do Espírito Santo Silva. Foi bolseira entre 2006 e 2009 de doutoramento pela FCT (SFRH/BD/22602/2005) e entre 2010 e 2013 do projeto "Lisboa em Azulejo antes do Terramoto" (PTDC/EAT-EAT/099160/2008). Tem desenvolvido estudos individuais e colectivos, em Portugal e no estrangeiro, no âmbito da História da Arte e das Artes Decorativas, dando particular relevo nos últimos anos à arte da pedraria, nos períodos filipino e barroco, e ao reconhecimento de elementos decorativos comuns em diversas artes ornamentais, onde se inscreve a azulejaria.

No âmbito do projecto Biblioteca DigiTile (PTDC/EAT-EAT/117315/2010), de que é consultora, apresentou as seguintes comunicações: "Forma e funzione: portali barocchi in azulejaria portoghese" (2014); "Portales barrocos en la azulejería portuguesa: modelos y componente decorativa" (2013) e "Iconografia Olisiponense em Azulejo" (2013). Redigiu também os seguintes textos: "Construindo Identidades: Reconhecimento dos Elementos Decorativos Comuns na Azulejaria, Embutidos Marmóreos e Talha Dourada" (2014) e "Portais barrocos na azulejaria portuguesa: modelos e componente decorativa" (2015) e "Iconografia Olisiponense em Azulejo" (2015), que se disponibilizam no sitio do projecto.